Luanda, 19 de Maio de 2026 – Nos últimos sete anos, o Estado angolano redefiniu o papel do gás natural, que deixou de ser um produto secundário do petróleo para tornar-se um pilar na estratégia de industrialização de Angola, segundo o Ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino de Azevedo, durante o périplo de captação de investimentos efectuado em Londres, Reino Unido, no dia 14 de Maio.
“Angola está a posicionar cada vez mais o gás natural como um motor de produção de energia, do desenvolvimento petroquímico, da produção de fertilizantes e da expansão industrial. O gás deixou de ser apenas um subproduto do petróleo para se afirmar como um pilar estrutural da estratégia de industrialização do nosso País”, revelou o Ministro.
O governante destacou ainda que o mundo atravessa uma profunda transformação marcada pela segurança energética, resiliência industrial, minerais críticos, mudanças tecnológicas, descarbonização e realinhamento geopolítico que estão a redefinir cadeias de fornecimento e prioridades de investimento.
O Administrador Executivo da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis, Alcides Andrade, deu a conhecer que a fábrica Angola LNG se encontra a funcionar na sua capacidade plena. Este progresso é resultado de todas as reformas e de todo o trabalho que vem sendo realizado no sector.

“Com a entrada em funcionamento de vários projectos, especialmente no início deste ano com o nosso primeiro projecto de gás não associado, estamos a operar cerca de 1.000 milhões de pés cúbicos padrão de gás na central, o que se aproxima dos 100% da capacidade da fábrica. Adicionalmente temos gás para fornecer a diferentes indústrias”, esclareceu Alcides Andrade.
A participação de Angola em fóruns internacionais como este insere-se na estratégia de atracção de investimento para a indústria extractiva do País.




