ANPG REALIZA CONSULTA PÚBLICA SOBRE PLANO DE RESPONSABILIDADE SOCIAL

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Luanda, aos 12 de Fevereiro de 2026 – A Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANPG) promoveu uma consulta pública hoje, em Luanda, sobre o Plano Estratégico de Responsabilidade Social do Sector Petrolífero (PERSS) 2026-2030, numa sessão que reuniu diversas entidades da indústria. 

O encontro foi presidido pelo Ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo, após as notas de boas-vindas do Presidente do Conselho de Administração da ANPG, Paulino Jerónimo.

O painel de discussão contou com a participação de representantes da ANPG, Sonangol, Chevron, ExxonMobil, TotalEnergies e da Etu Energias, que junto da plateia apontaram as sugestões de melhoria para o PERSS. 

Durante a apresentação técnica do diagnóstico, a Coordenadora do Núcleo de Responsabilidade Social da ANPG, Anacy Lourenço, destacou que o investimento em projectos sociais entre 2020-2024, decorrente dos contratos de concessão de blocos petrolíferos entre a Concessionária Nacional e as operadoras, rondou os 87 milhões de Dólares, nas linhas de educação, formação profissional, saúde, agricultura, desporto e empreendedorismo.

O ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo, no seu discurso de abertura, referiu que

“este alinhamento estratégico permitirá acelerar a nossa ambição colectiva e assegurar que os recursos naturais do País sejam transformadas em oportunidades concretas de desenvolvimento, impacto real, mensurável e duradouro na vida dos cidadãos”. 

Para o PCA da ANPG, Paulino Jerónimo, “o Plano foi concebido como um instrumento orientador, destinado a assegurar que os investimentos sociais das operadoras no sector petrolífero sejam planeados de forma integrada, em consonância com as Políticas Públicas Nacionais, os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável e as reais necessidades das comunidades”.

Por sua vez, o Secretário de Estado para o Petróleo e Gás, José Barroso, considerou que o acto abre “uma oportunidade para que não só as empresas operadoras mas também àquelas de outros sectores contribuam, principalmente, as empresas do conteúdo local, a participarem nas acções de Responsabilidade Social para o desenvolvimento das comunidades”.

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