ANPG, INGA E CHEVRON RENOVAM MEMORANDO SOBRE INICIATIVAS DE BAIXO CARBONO

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Luanda, 10 de Fevereiro de 2026 – A Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANPG), o Instituto Nacional de Gestão Ambiental (INGA), e a Chevron, através das suas divisões de Novas Energias e CABGOC (Cabinda Golf Oil Company), assinaram em Luanda, na quinta-feira, dia 05, uma Adenda ao Memorando de Entendimento sobre Oportunidades de Baixo Carbono em Angola, prorrogando por mais dois anos a cooperação iniciada em 2023.

A Adenda vem reforçar a colaboração entre as partes em matérias ligadas ao desenvolvimento de produtos e soluções de baixo carbono, incluindo biocombustíveis, compensações de carbono de base natural e tecnológica. A cooperação inclui ainda a criação de um Centro Regional de Excelência para atrair investimentos para sectores estratégicos como os transportes, a petroquímica, a agricultura e os oceanos.

Foram signatários do documento o PCA da ANPG, Paulino Jerónimo, a Directora-Geral do INGA, Simone da Silva e o Director-Geral da Chevron em Angola, Frank Cassulo.

Durante o acto, o Presidente do Conselho de Administração da ANPG, Paulino Jerónimo, recordou que o Memorando de Entendimento, assinado a 30 de Outubro de 2023, nasceu de um propósito comum de preparar Angola para um futuro energético mais resiliente, sustentável e competitivo.

“Desde o início, esta parceria foi concebida para conciliar a produção de hidrocarbonetos com a transição energética e com o investimento numa economia de baixo carbono”, afirmou.

A Directora-Geral do INGA salientou que “o INGA continuará a assegurar que as iniciativas de baixo carbono contribuam efectivamente para a protecção ambiental, o desenvolvimento económico e o cumprimento das prioridades climáticas de Angola”, afirmou.

Por sua vez, o Director-Geral da Chevron sublinhou os avanços alcançados ao longo dos últimos dois anos.

“O trabalho conjunto permitiu à Chevron apoiar o Governo de Angola no desenvolvimento de uma legislação abrangente de baixo carbono, com particular incidência na regulamentação de compensações de carbono e na criação de um mercado voluntário. Estes instrumentos são essenciais para viabilizar projectos sustentáveis e atrair investimento de longo prazo”, referiu.

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