O acordo agora assinado visa desenvolver todos os trabalhos necessários à confirmação do potencial petrolífero do Bloco 33, situado em offshore, na Bacia do Baixo Congo, em Angola.

A Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANPG), a Sonangol, E.P. e a Chevron Southwest Africa Limited assinaram hoje, em Luanda, um protocolo de cooperação conjunto para o estudo e avaliação técnica do Bloco 33, localizado em offshore na bacia do Baixo Congo.

Paulino Jerónimo, Presidente do Conselho de Administração da ANPG, salienta a importância deste acordo, “uma vez que se trata de um trabalho de equipa entre as partes, com vista à optimização e rentabilização futura do potencial petrolífero de Angola”. Desta forma, e ainda segundo o mesmo responsável, “vamos dando passos consistentes no reforço do trabalho árduo que temos vindo a desenvolver com os operadores petrolíferos já presentes no nosso mercado e com os quais temos a certeza de que vamos atingir melhores resultados ao nível da exploração e da produção”.

Paulino Jerónimo disse ainda que uma das funções da ANPG é apoiar a Sonangol, empresa de bandeira nacional, na sua missão de produzir mais e melhor nos blocos em que esteja incluída, motivo pelo qual considera relevante este tipod e acordo e de trabalho em equipa.

Recorde-se que o Bloco 33 não tem para já um operador e que, caso este trabalho de estudo e avaliação conjunto venha a obter os resultados expectáveis, a Chevron poderá vir a assumir esse papel, passando a Sonangol a fazer parte do grupo empreiteiro.

O Director-Geral da Chevron em Angola, Derek Magness, enfatizou na assinatura deste acordo a importância e o significado da empresa estar presente em Angola há mais de 60 anos e de “ao longo deste período ter estabelecido relações de confiança e mutuamente benéficas com o Governo de Angola. Esta parceria reforça o nosso compromisso com Angola, com os nossos parceiros, e com as comunidades que nos acolhem”.

Para o Presidente do Conselho de Administração da Sonangol, Gaspar Martins, este acordo é “mutuamente vantajoso e coloca a empresa a que preside no caminho do seu core business actual – a produção petrolífera”. E porque esta foi uma iniciativa louvável da ANPG, em seu entendimento, Gaspar Martins “agradece e assume a vontade de que esta seja uma relação duradoura, com resultados, e que este seja um modelo de trabalho que venha a ganhar raízes em Angola, com o alto patrocínio da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis”.

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